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Carta de navegação

O que você precisa saber antes de embarcar nessa aventura

Matéria publicada na edição 194 (Junho/2008) de Terra


Joyce de Oliveira Guimarães e Cláudio Wiliam Amoêdo Guimarães

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O QUE LEVAR
+ Acessórios para cozinhar em acampamento
+ Barraca de camping. A barraca usada nesta viagem foi um modelo Casal Adventure, que é montada sobre o teto do carro. Ela pode ser encontrada na Camping's World (www.campingsworld.com.br), em São Paulo. Em Calgary e Edmonton, assim como nas maiores cidades do Alasca, há uma infinidade de modelos de barracas adequadas para o clima local
+ Casaco tipo anorak
+ Casaco tipo fleece
+ Gorro
+ Isolante
+ Lanterna
+ Saco de dormir

COMO CHEGAR
Os viajantes desta reportagem saíram de Jaraguá do Sul (SC) e rodaram, ao longo de oito meses, mais de 70 mil quilômetros para ir e voltar do Alasca com carro próprio. Para fazer apenas os trechos citados aqui, é bom começar no Canadá. A Air Canadá (www.aircanada.com.br) tem vôos diários de São Paulo para Toronto, com conexão para Calgary ou Edmonton. Nessas duas cidades é possível alugar um carro robusto, como a Land Rover Defender usada pelo casal, de preferência equipado com GPS (embora haja poucas estradas e mínima chance de se perder nelas). A Mobility (www.mobility.com.br) pode providenciar esse serviço ainda no Brasil. Depois, pé na estrada até Dawson Creek, no Canadá, onde começa a Alaskan Highway. De Calgary a Dawson Creek são 890 quilômetros; de Edmonton, 600 quilômetros. De Dawson Creek até Dead Horse, no Ártico, são 3.300 quilômetros, metade deles ainda em território canadense.

QUANDO IR
Sem dúvida, no verão, de preferência no final da estação (agosto e início de setembro), quando as cores de outono já colorem as estradas. No inverno polar, as estradas ficam bloqueadas pelo gelo. Mesmo na primavera ou no outono, as condições da pista são perigosas para o motorista.

DICA DOS AUTORES
"Na Baía Prudhoe, no Ártico, vale a pena trocar o camping pela estada em algum hotel. Ficamos no Arctic Caribou Inn, em Deadhorse. Era feio por fora, mas bem quentinho e aconchegante, com um gostoso café da manhã. Nem imaginávamos o quanto precisávamos desse conforto naquele momento!"
Joyce de Oliveira Guimarães e Cláudio Wiliam Amoêdo Guimarães

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