Um dia errado e perfeito na chapada
Os jornalistas de TERRA têm o privilégio de viajar durante boa parte do ano a trabalho. Nas folgas de Natal e Réveillon, viajamos sem obrigações profissionais. Leia, a seguir, breves textos sobre nossas férias
Henrique Skujis
Matéria publicada na edição 190 (Fevereiro/2008) de Terra
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Fui reto na curva. A culpa foi da Cláudia, minha mulher, que não escondeu o espanto ao dar de cara com mais uma daquelas maravilhosas montanhas quadradas que batizam a Chapada Diamantina. Olhei para o lado para ver o motivo da admiração e, dois segundos depois, quando voltei os olhos para a estrada de terra, já estava com os quatro pneus fora dela. Resultado da distração: roda amassada e câmbio capenga. Meia-volta para a cidade de Ibicoara, já prevendo as manobras para colocar o carro no guincho e cravar um ponto final na viagem. Mas nesses rincões sempre há um mecânico que faz tudo funcionar em menos de dez minutos. E não faz questão nem de cobrar pelo milagre. Com o carro mais ou menos em ordem, voltamos para a estrada em busca da Cachoeira do Buracão. Agora, no entanto, sem a necessária companhia do guia (ele estava no veículo da frente e, sem se dar conta de nosso pequeno acidente, seguiu adiante com outros viajantes).
Arriscamos prosseguir. Aceleramos, estacionamos e seguimos as pegadas na areia que margeia o rio. Nos perdemos. Nos achamos. Nos perdemos. Nos achamos. Depois de quase três horas de caminhada, chegamos ao Cânion do Buracão, ante-sala da cachoeira. A dificuldade para chegar até lá ficou pequena diante do tamanho e da beleza do local. Sem a luz do sol, o lugar até intimida. Mas nos jogamos nas águas geladas e escuras e nadamos contra a correnteza até ficar sob os 85 metros de água da cachoeira. Foto? Nenhuma, porque a bateria da câmera acabou. Pois é. Em viagens, mesmo quando tudo dá errado, todos os dias tendem a ser inesquecíveis.
Veja mais em PÉ NA ESTRADA
GUAXUMAMA
FLORIPA
SANTIAGO
Arriscamos prosseguir. Aceleramos, estacionamos e seguimos as pegadas na areia que margeia o rio. Nos perdemos. Nos achamos. Nos perdemos. Nos achamos. Depois de quase três horas de caminhada, chegamos ao Cânion do Buracão, ante-sala da cachoeira. A dificuldade para chegar até lá ficou pequena diante do tamanho e da beleza do local. Sem a luz do sol, o lugar até intimida. Mas nos jogamos nas águas geladas e escuras e nadamos contra a correnteza até ficar sob os 85 metros de água da cachoeira. Foto? Nenhuma, porque a bateria da câmera acabou. Pois é. Em viagens, mesmo quando tudo dá errado, todos os dias tendem a ser inesquecíveis.
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