Soldados índios: os guardiães de nossas fronteiras
Oficiais do Exército, agricultores, caboclos, garimpeiros ilegais e índios briguentos: a convivência não é fácil no extremo norte
Matéria publicada na edição 184 (Agosto/2007) de Terra
|
Um facão afiado. Nada mais é necessário para que os guerreiros de selva do Brasil sobrevivam por um mês inteiro sem recursos em plena mata virgem. Desde, claro, que tenham se formado no Curso de Operações na Selva, ministrado pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva, o maior do mundo no gênero, em Manaus. São oficiais capazes de identificar na mata o que comer (e o que não comer), onde dormir, como se esconder, como atacar e de que forma matar.
4 mil homens formados no curso de sobrevivência na selva com táticas de guerrilha são os responsáveis pela defesa do país no caso de uma improvável invasão. O Brasil é considerado referência internacional em guerrilha na selva. As táticas incluem emboscadas e ataques furtivos para minar os adversários. Não é raro contrair doenças como leishmaniose e malária durante o curso.
30 pelotões do Exército zelam pelas fronteiras brasileiras na Amazônia Ocidental. Esta é a única região do país na qual as Forças Armadas têm poder de polícia, ou seja, podem prender e revistar quem bem entenderem. A floresta amazônica é considerada a prioridade número um do Exército do Brasil. É onde as Forças Armadas mais investem em equipamentos, o que acaba motivando a presença de jovens oficiais que querem decolar na carreira.
70 quilômetros separam o 6º Pelotão Especial de Fronteira (6º PEF), nos arredores da cidade de Uiramutã, em plena Terra Indígena Raposa/Serra do Sol, do Monte Caburaí, o ponto mais ao norte do Brasil. Este é um dos seis pelotões espalhados pelo território roraimense. Como Venezuela e Guiana são nações amigas do Brasil, todos são marcados por uma certa tranqüilidade.
66 militares permanentes integram o 6º PEF, alguns dos quais soldados indígenas da região, detentores de grande conhecimento da área. Nas missões de reconhecimento de fronteira são eles que realizam a ponte entre os militares e os índios mais isolados, que, geralmente, nem mesmo falam o português. Essas comunidades detêm informações preciosas sobre o movimento de garimpeiros ilegais e estrangeiros no extremo norte.
Veja mais em RORAIMA
4 mil homens formados no curso de sobrevivência na selva com táticas de guerrilha são os responsáveis pela defesa do país no caso de uma improvável invasão. O Brasil é considerado referência internacional em guerrilha na selva. As táticas incluem emboscadas e ataques furtivos para minar os adversários. Não é raro contrair doenças como leishmaniose e malária durante o curso.
30 pelotões do Exército zelam pelas fronteiras brasileiras na Amazônia Ocidental. Esta é a única região do país na qual as Forças Armadas têm poder de polícia, ou seja, podem prender e revistar quem bem entenderem. A floresta amazônica é considerada a prioridade número um do Exército do Brasil. É onde as Forças Armadas mais investem em equipamentos, o que acaba motivando a presença de jovens oficiais que querem decolar na carreira.
70 quilômetros separam o 6º Pelotão Especial de Fronteira (6º PEF), nos arredores da cidade de Uiramutã, em plena Terra Indígena Raposa/Serra do Sol, do Monte Caburaí, o ponto mais ao norte do Brasil. Este é um dos seis pelotões espalhados pelo território roraimense. Como Venezuela e Guiana são nações amigas do Brasil, todos são marcados por uma certa tranqüilidade.
66 militares permanentes integram o 6º PEF, alguns dos quais soldados indígenas da região, detentores de grande conhecimento da área. Nas missões de reconhecimento de fronteira são eles que realizam a ponte entre os militares e os índios mais isolados, que, geralmente, nem mesmo falam o português. Essas comunidades detêm informações preciosas sobre o movimento de garimpeiros ilegais e estrangeiros no extremo norte.
Veja mais em RORAIMA
Pra levar
Wing Cooler
Conjunto de 2 mesas, 2 bancos e 1 cooler
Saco de dormir
Nautika Viper de poliamida resinado
Pá dobrável
Articula-se em 2 posições
Fogareiro
Útil para camping, diversos modelos
Multi-ferramenta
Diversos acessórios em uma ferramenta
Assine Terra
Ganhe até 20% de desconto!
Facão pra mato
Tramontina, com garantia
Lanterna
Com carregador de celular, sem pilha
Capacete
Para alpinismo. Várias cores e marcas para sua segurança.
Repelente
Key West, contra o mosquito da dengue
Kit para Rapel
Com cadeirinha, freio e mosquetão
Mochila Wind
Montana, 40 litros, 100% a prova d´água










